Salvador reduz mortes no trânsito em 2025, mas grandes avenidas ainda concentram acidentes fatais - Política News

 


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quinta-feira, 5 de março de 2026

Salvador reduz mortes no trânsito em 2025, mas grandes avenidas ainda concentram acidentes fatais


A cidade de Salvador registrou uma queda significativa no número de mortes no trânsito em 2025. De acordo com dados consolidados pela Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador), foram contabilizadas 132 vítimas fatais ao longo do ano, uma redução de quase 11% em relação a 2024, quando foram registrados 148 óbitos.

O resultado é considerado um avanço nas políticas de mobilidade e segurança viária adotadas no município. Ainda assim, algumas das principais avenidas da capital baiana continuam concentrando grande parte dos acidentes mais graves, principalmente por causa do intenso fluxo de veículos e pedestres.

Entre os pontos mais críticos está a Avenida Luiz Viana Filho (Paralela), que lidera o ranking de ocorrências fatais com 13 mortes registradas em 2025. Em seguida aparece a Avenida Afrânio Peixoto (Suburbana), com nove óbitos ao longo do período.

Outras vias importantes da cidade também registraram casos de acidentes com morte, como a Avenida Vasco da Gama e a Avenida Antônio Carlos Magalhães (ACM), que tiveram quatro registros fatais cada uma durante o ano passado.

Outro ponto que preocupa as autoridades é o aumento da letalidade nos trechos de rodovias que passam pela capital. Nas áreas da BR-324 e das rodovias estaduais BA-526 e BA-528, o número de mortes subiu de 11 em 2024 para 19 em 2025, contrariando a tendência de queda observada nas vias municipais.

A fiscalização nessas rodovias é realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Polícia Rodoviária Estadual da Bahia (PRE), responsáveis pelo monitoramento e pelas ações de segurança nessas áreas.

Mesmo com a redução geral das mortes no trânsito, os dados indicam que ainda há desafios importantes para garantir maior segurança nas principais vias e rodovias que cortam Salvador. 




Por Ataíde Barbosa/Foto: Freepik

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