A deputada estadual Kátia Oliveira (União Brasil) manifestou preocupação com a sequência de casos de feminicídio registrados em Salvador nos últimos dias e voltou a defender o fortalecimento das políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. Para a parlamentar, a repetição de crimes dessa natureza evidencia a necessidade de ampliar as medidas de proteção, acolhimento e conscientização em todo o estado.
Ao comentar os recentes episódios, Kátia classificou os assassinatos como uma grave violação dos direitos das mulheres e destacou que o combate à violência de gênero deve ser tratado como uma prioridade permanente pelas instituições públicas.
"Cada mulher que perde a vida vítima do feminicídio representa uma família destruída e um alerta de que ainda precisamos avançar muito na proteção às mulheres. Não podemos aceitar que relacionamentos marcados pelo controle, pela violência e pela intolerância terminem de forma tão cruel. É preciso agir antes que essas tragédias aconteçam", afirmou.
A deputada defendeu a ampliação da estrutura de atendimento às vítimas, com o fortalecimento das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), expansão dos serviços de acolhimento, criação de mais casas de abrigo, acesso à assistência psicológica e jurídica e investimentos contínuos em campanhas educativas.
"Enfrentar o feminicídio exige um trabalho integrado entre o poder público, as instituições de justiça e toda a sociedade. Precisamos investir na prevenção, na educação para o respeito e na construção de uma cultura que rejeite qualquer forma de violência contra as mulheres. Também é fundamental garantir que as vítimas tenham acesso rápido à proteção e que os agressores sejam responsabilizados com o rigor da lei", ressaltou.
Kátia Oliveira reforçou que a luta pelo fim da violência de gênero deve mobilizar toda a sociedade e destacou que políticas públicas eficientes, aliadas à conscientização e ao fortalecimento da rede de proteção, são essenciais para preservar vidas e garantir que mais mulheres possam viver com segurança, liberdade e dignidade.
Por Ataíde Barbosa/Foto: Max Haack


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