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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

ACM Neto lamenta morte de PM e cobra ações do governo da Bahia na segurança pública

A morte do cabo da Polícia Militar da Bahia, Glauber, de 42 anos, durante uma operação no bairro do Nordeste de Amaralina, em Salvador, voltou a expor a escalada da violência e o risco enfrentado diariamente pelas forças de segurança no estado. O policial foi baleado na cabeça na manhã desta terça-feira (3), enquanto participava de rondas preventivas da Operação Paredão, após a guarnição ser surpreendida por disparos de um grupo armado.

Mesmo socorrido e encaminhado com urgência ao Hospital Geral do Estado (HGE), o cabo não resistiu à gravidade do ferimento e morreu horas depois. Ele deixa dois filhos. O caso gerou forte repercussão política e social, reacendendo o debate sobre as condições de trabalho da polícia e o enfrentamento ao crime organizado na Bahia.

Em declaração pública, o vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, lamentou a morte do militar e fez duras críticas à condução da política de segurança pública pelo governo estadual. Segundo ele, há uma clara desvantagem estrutural entre as forças policiais e os grupos criminosos, que estariam cada vez mais armados e organizados. Neto também cobrou medidas concretas do governo do estado, afirmando que a população e os profissionais da segurança não suportam mais apenas manifestações de solidariedade diante de tragédias recorrentes.

A Polícia Militar informou que a ocorrência será investigada para identificar os autores dos disparos e esclarecer as circunstâncias do confronto. O caso se soma a uma série de episódios violentos registrados em Salvador, reforçando a preocupação com o avanço da criminalidade e a vulnerabilidade dos agentes de segurança em áreas consideradas sensíveis da capital baiana.




Por Ataíde Barbosa/Foto: Divulgação

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