Várias campanhas são alusivas ao mês de Maio: Maio Cinza - Câncer Cerebral; Maio Laranja - Exploração e Abuso Sexual Infantil; Maio Roxo - Doenças Inflamatórias Intestinais e Maio Amarelo - Segurança no Trânsito.
A equipe do PN, a Enfermeira Mestra e Doutora em Ciências da Saúde - Juciane Guimarães, falou sobre o mês de Maio, em especial sobre o Maio Laranja.
"O mês de Maio é um mês onde a gente tem muitas campanhas de conscientização, com destaque para o TEA, e para o abuso sexual infantil. Eu digo sempre que é importante a gente ouvir nossas crianças. Eu tenho dito que devemos escutar mesmo as nossas crianças e denunciar os órgãos competentes. No caso, a gente ter alguma evidência de que um abuso sexual está acontecendo. Conversar sempre com as crianças e investir no manejo dos profissionais de saúde para que eles possam intervir diante desses casos, junto aos psicólogos, é um atendimento que a gente também faz aqui no Hospital de Simões Filho", explicou.
A profissional destacou o fato dos abusos ocorrerem com pessoas próximas as vitimas.
"Às vezes a gente acha que é de um estranho, né? e geralmente não é. Normalmente, a frequência que a gente mais observa é que isso sempre acontece, na maioria das vezes, com pessoas do convívio da criança. Parentes, vizinhos, pessoas ali muito próximas. Então, por isso que a gente precisa conversar, orientar as nossas crianças e entender que eles são vulneráveis, né? e precisam de proteção", afirmou.
Por fim, Juciane destacou a importância da higienização das mãos.
"Esse mês de maio também, dia 5 de maio, foi o dia mundial da higiene das mãos, e eu digo aqui que é importante as práticas de higiene das mãos para prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde. Água e sabão, tá aí pra todo mundo, né? Então, é muito bom e ajuda, além do álcool em gel. E aí, a gente pergunta assim, mas quando é que eu vou higienizar as mãos? Então, sempre antes e após o contato com o paciente, antes e após a manipulação de materiais biológicos e ao tocar superfícies imobiliárias próximas ao paciente, porque ali a gente pode ter a aderência de patógenos em superfície", finalizou.
Por Ataíde Barbosa


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